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Instituto Soul do Plástico: Por Que a Therpol Apoia

O que é o Instituto Soul do Plástico e por que a Therpol apoia? O Instituto Soul do Plástico é uma iniciativa fundada pelo empresário Rui Katsuno, proprietário da MTF Termoformadoras e Vice-Presidente da CSMAIP/Abimaq, que leva educação ambiental, técnica e financeira a estudantes do ensino médio por meio de microssistemas reais de reciclagem instalados em escolas técnicas. Reúne hoje 20 empresas apoiadoras, opera na ETEC de Mairiporã e atua junto à Frente Parlamentar de Economia Circular na ALESP. A Therpol integra esse grupo porque a sustentabilidade da cadeia plástica depende de quem vai gerenciá-la nos próximos 30 anos.

Produzido pela Equipe Therpol, com base em informações públicas oficiais do Instituto Soul do Plástico, entrevistas de Rui Katsuno em veículos do setor e cobertura da Plástico Brasil 2025. Atualizado em maio de 2026.

Quem é o Instituto Soul do Plástico e como ele nasceu?

O Instituto Soul do Plástico foi criado pelo empresário Rui Katsuno, profissional com mais de 35 anos de atuação na indústria do plástico, proprietário da MTF Termoformadoras e Vice-Presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios da Indústria do Plástico (CSMAIP), vinculada à Abimaq. O projeto nasceu de uma constatação direta de chão de fábrica: a indústria reclama da falta de mão de obra qualificada, mas faz pouco para formar essa mão de obra desde a escola técnica.

A resposta foi prática. Em vez de campanhas institucionais, o instituto entrega às escolas equipamentos reais, moinho e injetora educacionais, e estrutura, com os alunos, uma cadeia completa de reciclagem em pequena escala: coleta de tampinhas e potes de polipropileno, moagem, injeção, fabricação de produtos novos e comercialização.

Hoje, o instituto reúne 20 empresas apoiadoras, opera com a primeira escola contemplada (ETEC de Mairiporã), articula expansão para o SENAI no segmento de termoformação e atua junto à Frente Parlamentar de Apoio à Economia Circular na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), criada para incentivar negócios e iniciativas sustentáveis no setor.

O Instituto Soul do Plástico é uma organização de articulação setorial fundada por Rui Katsuno que leva educação ambiental, técnica e financeira a estudantes de escolas técnicas brasileiras por meio de microssistemas reais de reciclagem (moinho + injetora educacional). Reúne hoje 20 empresas apoiadoras, opera na ETEC de Mairiporã com apoio da Prefeitura local e atua junto à Frente Parlamentar de Economia Circular da ALESP.

Como funciona o microssistema de reciclagem nas escolas?

O modelo do Instituto Soul do Plástico foi desenhado para ser uma sala de aula viva. Os alunos não escutam sobre reciclagem: eles operam um sistema produtivo real, em pequena escala, do início ao fim. Isso transforma a escola em um laboratório aplicado de economia circular.

  • Coleta seletiva: alunos coletam tampinhas e potes de polipropileno (PP) na escola, na comunidade e em pontos de apoio articulados pelo instituto.
  • Moagem: o material coletado é triturado em um moinho educacional instalado na escola, gerando o flake de PP pronto para reprocessamento.
  • Injeção: o flake alimenta uma injetora educacional, dimensionada para volumes pedagógicos e operação segura por estudantes do ensino médio.
  • Fabricação: a injetora produz objetos finais com valor de uso, como suportes de celular e peças de dominó, demonstrando a lógica de transformação de resíduo em produto.
  • Comercialização: os produtos são vendidos pelos próprios alunos, que aprendem precificação, controle de caixa, gestão financeira e atendimento ao cliente.
  • Reinvestimento social: a verba arrecadada é revertida integralmente para a formatura da turma do terceiro ano, criando um vínculo emocional concreto com a sustentabilidade.

O ciclo é fechado. Em uma única atividade extracurricular, o aluno toca os cinco elos da economia circular: coleta, processo industrial, produto, comercialização e impacto social. É educação ambiental aplicada, com retorno mensurável.

Quais resultados concretos o projeto já entregou?

Os resultados vão além de números de toneladas recicladas. O projeto demonstra na prática a tese central da economia circular: agregação de valor pela transformação.

Uma tampinha de PP que vale R$ 3,00 o quilo no sucateiro pode chegar a R$ 1.000,00 o quilo depois de transformada em produto pelo microssistema do Soul do Plástico. Esse aumento de valor é o que financia a formatura dos alunos e demonstra, em sala de aula, o conceito de cadeia produtiva e agregação de valor. Fonte: depoimento de Rui Katsuno em entrevistas oficiais à Plástico Brasil 2025 e à ABIPLAST.

Resultados sociais e educacionais

  • Inclusão: alunos que não teriam condições de custear a própria formatura passam a celebrar essa conquista com recursos gerados pelo próprio trabalho técnico.
  • Educação financeira: os estudantes administram diretamente os recursos arrecadados com a venda dos produtos, aprendendo gestão de caixa e precificação.
  • Vocação técnica: ao tocar máquinas reais, alunos descobrem cedo afinidade com áreas de produção, comercialização ou administração industrial.
  • Articulação setorial: atuação na Frente Parlamentar de Economia Circular da ALESP, contribuindo para políticas públicas que favorecem incorporação de conteúdo reciclado.

Reconhecimento institucional

O projeto foi apresentado ao vivo na feira Plástico Brasil 2025 (São Paulo Expo, março de 2025), com demonstração do microssistema funcionando no estande da ETEC de Mairiporã. A iniciativa também recebeu cobertura da Plástico Industrial, da Mundo do Plástico e da própria ABIPLAST como case de inovação social no setor.

Quer entender como sua empresa pode integrar o grupo de apoiadores? A Therpol é uma das empresas que já apoiam o Instituto Soul do Plástico e pode fazer a ponte com a equipe do Rui Katsuno. Fale com nosso time e conectamos sua empresa ao projeto.

Por que a Therpol decidiu apoiar o Instituto Soul do Plástico?

A Therpol é uma empresa que tem sustentabilidade gravada no DNA do produto. Diferentemente de modificadores de impacto convencionais, baseados em derivados de petróleo, a Therpol utiliza borracha natural da seringueira como matéria-prima principal, uma fonte biorrenovável e capaz de sequestrar carbono durante o crescimento da árvore.

Esse posicionamento não admite incoerência. Uma empresa que vende sustentabilidade técnica no produto precisa praticar sustentabilidade social na cadeia. Apoiar o Instituto Soul do Plástico é uma decisão estratégica que conecta três frentes do negócio Therpol.

1. Coerência com a economia circular

A linha Therpol existe justamente para viabilizar a recuperação de propriedades mecânicas em materiais reciclados. Modificadores de impacto e compatibilizantes Therpol permitem que resinas pós-consumo voltem a ter performance comparável à da resina virgem. Apoiar a base educacional dessa cadeia é continuidade lógica do trabalho técnico.

2. Combate à desinformação sobre o plástico

O setor plástico brasileiro convive com uma narrativa pública distorcida, que confunde mau descarte com inviabilidade do material. O Instituto Soul do Plástico ataca essa narrativa pela raiz: forma jovens que entendem o plástico como insumo recuperável e valioso. É educação que muda discurso público em uma geração.

3. Mão de obra qualificada para o setor

A queixa permanente da indústria sobre falta de mão de obra técnica só se resolve com presença na formação. Empresas que esperam mão de obra pronta competem por um pool insuficiente. Empresas que ajudam a formar mão de obra criam o pool. Quem investe na escola técnica colhe o profissional.

Por que a indústria do plástico precisa apoiar projetos de educação ambiental?

Esta seção não é sobre filantropia. É sobre business case. Há três razões objetivas pelas quais empresários do setor de plásticos deveriam tratar projetos como o Instituto Soul do Plástico como investimento estratégico, não como gasto institucional.

Razão 1: o decreto federal de conteúdo reciclado entra em vigor em julho de 2026

A regulamentação que estabelece percentual mínimo de conteúdo reciclado em embalagens cria demanda compulsória por resinas PCR e por compatibilizantes capazes de recuperar propriedades. Sem profissionais formados para operar essa nova cadeia, a indústria vai cumprir lei comprando importado e perdendo margem. Formar gente é proteger margem.

Razão 2: a percepção pública do plástico precisa mudar de baixo para cima

Toda regulação restritiva contra plásticos parte de pressão social. E pressão social é educação acumulada. Investir em jovens que vão entender, defender e operar a economia circular do plástico é a forma mais barata e mais eficaz de gerar interlocutores qualificados nas próximas décadas, em mídia, governo e setor público.

Razão 3: o ROI de imagem para empresas apoiadoras é assimétrico

Em um setor em que praticamente todas as empresas falam de sustentabilidade no marketing, demonstrar sustentabilidade aplicada, com escola, alunos, produto reciclado e formatura financiada, é diferencial real. Para empresas que vendem para grandes contas, comprovação de programa social estruturado pesa em RFP e código de conduta de fornecedor.

Critério Marketing genérico de sustentabilidade Apoio a projeto educacional estruturado
Custo Recorrente (campanhas, posts, eventos) Aporte definido com escopo claro
Mensurabilidade Difícil. Métricas de mídia. Direta. Alunos formados, produtos vendidos, escolas atendidas.
Diferenciação competitiva Baixa. Todos fazem o mesmo. Alta. Poucas empresas apoiam projetos com nome e endereço.
Impacto em RFPs B2B Marginal Documentável em relatório ESG e código de conduta de fornecedor
Formação de mão de obra Nenhuma Direta. A empresa forma sua própria base de profissionais.
Comparativo entre marketing genérico de sustentabilidade e apoio a projeto educacional estruturado como o Instituto Soul do Plástico.

Como sua empresa pode se juntar ao Instituto Soul do Plástico?

O instituto trabalha com um modelo de adesão por empresas apoiadoras. Atualmente são 20 empresas que viabilizam financeiramente os projetos, e o instituto está aberto a novas adesões. Há quatro formas práticas de apoiar.

  • Aporte financeiro direto: contribuição para custear novos equipamentos (moinho e injetora educacionais), expansão para novas escolas e operação cotidiana.
  • Doação de matéria-prima e equipamentos: fornecedores de resinas, modificadores, masterbatches e máquinas podem doar produtos para uso pedagógico nas escolas.
  • Programa de visitas técnicas e estágios: abrir a fábrica para alunos das escolas atendidas, com visitas guiadas e oferta de estágios técnicos para os melhores alunos.
  • Mentoria técnica e palestras: engenheiros e técnicos da empresa podem oferecer aulas, mentoria de projetos finais e participação em bancas avaliadoras.

A Therpol pode fazer a ponte direta entre sua empresa e a equipe do Rui Katsuno. Não é necessário grande estrutura para começar: o instituto trabalha com aportes graduais e respeita o ritmo financeiro de cada apoiador. Entre em contato com o time Therpol e damos o próximo passo juntos.

Perguntas Frequentes sobre o Instituto Soul do Plástico

O que é exatamente o Instituto Soul do Plástico?

É uma iniciativa fundada por Rui Katsuno (proprietário da MTF Termoformadoras e VP da CSMAIP/Abimaq) que leva educação ambiental, técnica e financeira a alunos de escolas técnicas. Os alunos operam um microssistema real de reciclagem (moinho e injetora educacionais) e transformam tampinhas de PP em produtos comercializáveis.

Em quais escolas o projeto opera atualmente?

A primeira escola contemplada foi a ETEC de Mairiporã (SP), com apoio da Prefeitura local. O instituto está articulando expansão para unidades do SENAI, especialmente no segmento de termoformação de plásticos, com cronograma definido conforme novas adesões de empresas apoiadoras.

Quantas empresas apoiam o instituto hoje?

O instituto reúne atualmente 20 empresas apoiadoras, segundo informações públicas divulgadas em entrevistas oficiais e cobertura da Plástico Brasil 2025. O instituto trabalha ativamente para ampliar essa base e viabilizar a expansão dos projetos para mais escolas técnicas.

Por que a Therpol apoia o projeto?

A Therpol produz modificadores de impacto e compatibilizantes baseados em borracha natural da seringueira (matéria-prima biorrenovável). O apoio ao instituto é coerente com seu posicionamento técnico em economia circular: a empresa que viabiliza recuperação de propriedades em materiais reciclados forma os profissionais que vão operar essa cadeia.

Qual o impacto financeiro do projeto para os alunos?

Toda a verba arrecadada com a venda dos produtos fabricados pelos alunos é revertida para a formatura da turma do terceiro ano. Tampinhas que valeriam R$ 3,00 o quilo no sucateiro chegam a R$ 1.000,00 o quilo quando transformadas em produto final pelo sistema, segundo depoimento do fundador Rui Katsuno.

Minha empresa é pequena. Vale a pena apoiar?

Sim. O instituto trabalha com modelo gradual de adesão. Aportes menores em equipamento, matéria-prima ou tempo de mentoria técnica geram impacto real e podem ser comunicados em relatórios ESG e código de conduta de fornecedor. A Therpol pode fazer a ponte com a coordenação do projeto.

Conclusão

A indústria brasileira de plásticos está em um ponto de inflexão. A regulação cresce, a pressão pública aumenta, a economia circular deixa de ser tendência e vira obrigação legal. Quem vai conduzir essa transição não são os atuais empresários do setor: são os jovens que hoje estão na ETEC, no SENAI e nas escolas técnicas pelo país.

Esses jovens podem chegar à indústria com a visão do plástico como vilão ambiental, ou podem chegar entendendo o plástico como insumo recuperável e estratégico. A diferença está em quem decide investir na formação deles agora.

A Therpol convida outros empresários do setor a se juntarem ao Instituto Soul do Plástico. Para conversar sobre como sua empresa pode integrar o grupo de apoiadores, fale com nosso time pelo formulário de contato Therpol ou pelo WhatsApp (11) 99331-5451.